Inovação radical

É triste dizer isso, mas  unir as palavras educação e inovação numa mesma frase soa estranho. Não só aqui no Brasil, estão fazendo mais do mesmo em muitos lugares do mundo. Recentemente a Nature (uma das mais renomadas revistas científicas do mundo)   publicou um artigo sobre a estagnação em que as grandes Universidades americanas se encontram quando o assunto é inovação em educação, as aulas ainda são baseadas em palestras e os alunos são apenas ouvintes. Lembrem que estamos falando dos EUA, um dos maiores  celeiros de inovação do mundo, mas como eu disse fica estranho unir as palavras educação e inovação em uma mesma frase.

A carta capital fez uma entrevista com David Albury, diretor do Innovation Unit e especialista em desenvolvimento e implementação de estratégias de transformação em educação (http://www.cartaeducacao.com.br/entrevistas/david-albury-precisamos-ajudar-os-professores-a-mudar-de-papel/). A entrevista é maravilhosa, mas o que me chamou a atenção foram os comentários postos sobre a matéria no Facebook, muitos de nós professores não estamos abertos para mudar, ousar, testar coisas novas, preferimos sempre reclamar e colocar a culpa no Estado ou na estrutura física, nunca temos culpa, nunca falamos em culpa compartilhada.

Não temos mais tempo para desculpas precisamos inovar radicalmente, não esperem aprovação do governo ou de quem quer que seja, estamos inseridos em um sistema que não funciona há décadas… Vamos esperar mais o que? Sempre que falo isso me dizem: sugira algo novo! Pois bem, lá vai: não existe futuro para o sistema educacional se esse não for centrado nos alunos, as metodologias ativas de ensino e aprendizagem nortearão as práticas pedagógicas.

Sugiro também  ter coragem de mudar e ousar… Inovar radicalmente. Sugiro a Iniciare Educação Criativa.

Abraço,

Vasco Patú

CEO

Iniciare Educação Criativa

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