“Amanhã eu fico triste… amanhã!

“Amanhã fico triste… amanhã!

Hoje não… Hoje fico alegre!

E todos os dias, por mais amargos que sejam eu digo:

Amanhã fico triste, hoje não…”

Poema encontrado na parede de um dos dormitórios de crianças do campo de extermínio nazista de Auschwitz.

Ao ler esse poema imaginei o desespero, a tortura, a solidão do campo de concentração. A maldade costuma fazer vítimas de forma violenta, injusta e isso revolta.

Depois reli e enxerguei o oposto de antes: o divino, a esperança. “Amanhã eu fico triste, hoje não…”

Resolvi que seguirei os passos do poeta e a partir de hoje eu vou lutar contra o pessimismo, contra a mediocridade. Hoje eu vou colocar meu sonho no papel e vou ver quantos passos terei que dar até ele ser real. Hoje vou pensar na tristeza como uma forma nobre de ser cada vez mais sábia. Hoje eu vou tentar ser mais paciente e gentil. Hoje vou torcer pela felicidade de todo mundo, até por quem me fez chorar. Hoje eu vou repassar minha positividade, caminho que achei que alcancei tarde, mas depois mudei de ideia, afinal se arrepender do tempo perdido não é positivo.

Amanhã eu faço o que fiz hoje e deixo o que não me agrega, ensina e inspira para depois de amanhã…

Obs.: Não consegui achar fonte de comprovação da origem do poema, se for verdade quem o escreveu era extremamente especial, merecedor de todo respeito do mundo.

Gabriela Patú

Professora e Gestora de Mídias Digitais

Iniciare Educação Criativa

Os comentários foram encerrados, mas trackbacks e pingbacks estão abertos.