O que os astronautas nos ensinam sobre educação?

Treinamento incansável, decisões rápidas, competição constante, dedicação integral e poder de adaptação. Essas são algumas das habilidades, descritas por especialistas, que você tem que ter se quiser ser astronauta. Todas, porém, são competências que podem ser desenvolvidas na universidade e em qualquer curso superior. E são necessárias para enfrentar o perigoso mercado de trabalho nos tempos de crise.

O único brasileiro a ir para o espaço, Marcos Pontes, chegava a realizar treinamentos diários de 12 horas, por oito anos, antes de realizar a sua missão. Essa dedicação é fundamental para minimizar erros que seriam fatais no espaço. Decisões que colocam em risco o sucesso de uma missão devem ser tomadas em segundos. Novas situações são vivenciadas a cada instante e só com muito treinamento, competindo com milhares de pessoas ao redor do mundo, os astronautas são capazes de manter a serenidade e colocar em prática tudo o que aprenderam.

Consegue fazer uma analogia com nossa vida? Esses ensinamentos devem ser vivenciados no momento pré-jogo, onde você pode errar e recomeçar, onde pode receber orientações e tutoria. Muitos dos universitários da era pós-digital querem explorar a lua mas não aprenderam a voar. E nem fizeram questão de errar algumas vezes para atingir a excelência.

Em momentos de recessão, a conquista de novos territórios depende do quão preparado você está para assumir os riscos de se lançar sozinho num universo de competição, onde só o mais habilidoso consegue completar a missão com sucesso.

Grande abraço,

Felipe Bravo

Diretor executivo e Co-fundador

Iniciare Educação Criativa

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